terça-feira, 6 de outubro de 2015

POR QUE PERDEMOS TANTO TEMPO COM A VIDA ALHEIA E ESQUECEMOS DE NÓS MESMOS?

Essa é uma pergunta que deveríamos fazer logo que nos levantamos. pois a maioria da população está sempre olhando a casa do vizinho e se esquecendo de olhar a sua, de se ater aos detalhes que deixam sua casa menos bonita que a do vizinho.

Quantas vezes as pessoa abre as janelas da casa pela manhã e diz, nossa, como o jardim do vizinho está florido!, ou, como a grama do vizinho está verdinha!, e pensa, vou contratar um jardineiro para fazer o meu jardim mais bonito que o dele. Mas, ao sair para o trabalho se esquece de tudo aquilo, só voltando a lembrar no dia seguinte, quando de novo abrir as janelas, pensar e repetir as mesmas palavras.

Precisamos de atitudes e não pensamentos que não levam a nada. Provavelmente nosso vizinho é daquelas pessoas que não se preocupam com a vida alheia, cuida da sua vida, do seu jardim e de sua casa, sem ter tempo para ficar se esmiuçando  a vida dos outros. 

Sem nenhum conhecimento científico, eu diria que passamos 80% do nosso dia perdendo tempo com coisas fúteis, para depois dizermos, "nossa, o meu tempo não rende, nem bem comecei o dia e ele já acabou". Vamos usar nosso tempo com coisas úteis, sem nos preocuparmos com a vida alheia e sem passarmos horas e horas no computador, ou celular, vendo e enviando mensagens que não acrescentam nada para o nosso crescimento. Quantos atualmente acordam de madrugada, sem mesmo acender a luz, pegam o celular para ver se tem alguma mensagem nova. Isso é vício e precisa de tratamento.

Que tal voltarmos no tempo e começarmos viver como antigamente, sem celulares, sem computadores e muito mais atividade física e mental, para o fortalecimento de nossa saúde. Nosso cérebro é como um animal condicionado a viver puxando carroça desde jovem, não muda nunca, a não ser se nós o reprogramarmos para uma nova vida, senão vamos fazer as mesmas coisas até à morte. Aliás, pessoas condicionadas a uma vida igual, vivem menos que aquelas que não se prendem à mesmice. Então, vamos nos reprogramar?



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